Na "Semana da saúde na escola", os alunos dos 3ºs anos do Ensino Médio Inovador, da Escola Estadual "Onze de Março", mais conhecida como "CEOM"-Colégio "Onze de Março", leram, interpretaram, discutiram, fizeram análise linguística e produziram muitos textos sobre a mononucleose infecciosa, a "doença do beijo". Sob a orientação da professora de Estágio Supervisionado II, da área de Língua Portuguesa da Unemat, com a supervisão da professora regente das classes, 04 acadêmicos estagiários do curso de Letras conduziram as aulas que tiveram o formato de ateliês de leitura e oficinas pedagógicas de leitura, compreensão, interpretação, análise linguística e produção de texto.
A escolha da temática sobre a "doença do beijo" para se discutir "saúde na escola" considerou a faixa etária dos alunos que participariam das aulas e um comportamento social bastante peculiar desses grupos: "beijar muuuuuito".
A
mononucleose
Rayani Andressa
Cláudia Mendes, autora do texto “A doença do beijo” tem
como público alvo as mulheres, talvez pelo fato de que elas são mais atentas ao
seu corpo, o que não significa que os homens não se interessam em saber os
tipos de doenças que corremos o risco de contrair com um simples ato de beijar.
A “doença do beijo” (mononucleose) é uma doença
silenciosa que atinge homens e mulheres. A primeira impressão que se tem quando
se fala em doença do beijo, é de que ela atinge, principalmente, os jovens, as
baladeiras, aqueles que adoram “ficar”. Esta impressão não é errada, pois, quem
beija muitas bocas está sujeito a ser pego pela mononucleose ou doença do
beijo. Mas não é somente os beijoqueiros que estão propícios a serem contaminados,
já que a mononucleose pode ser transmitida através de respingos de saliva ao
conversar, espirrar ou tossir.
Enfim, a doença do beijo está à solta. Contudo, cabe a
cada um se prevenir da maneira que lhe for possível.
Gustavo Wesley
Turma: 3° B
A partir da
leitura do texto “A doença do beijo”, de Claudia Mendes, pretende-se aqui fazer algumas reflexões
levantadas pela autora. De acordo com ela a doença do beijo, conhecida
cientificamente como mononucleose infecciosa, não se trata de uma virose
simples, seus sintomas são gradativos como dor de garganta e febre, e logo em
seguida, dor no corpo, enjoos, entre outros.
Pode ser
transmitida através de um simples beijo, ou gotículas de saliva, passada para
outro indivíduo próximo. Diagnosticá-la é difícil, pois seus sintomas são
parecidos com o de outras doenças. Assim, ao ser detectada é preciso repouso
absoluto. Como todo vírus em geral, é preciso atenção para constar o vírus e
logo tratá-lo.
Devemos preveni-la
pelo simples modo de estarmos bem com a nossa saúde. Como é adquirida pela boca
é ilusão pensar que produtos bucais nos tornam livres da doença do beijo. Pelo
contrário, esses produtos apenas higienizam a nossa boca. Assim, para prevenir
o jeito é evitar beijar muito.
Por fim, posso
dizer que este texto da Claudia Mendes despertou-nos a atenção a essa doença que
pode nos prejudicar, se não for tratada e tomar os devidos cuidados para não
sermos infectados.
Nome: Diane Rosa de Paula
Turma: 3° B
A doença do Beijo
No texto “A
doença do beijo”, Cláudia Mendes faz algumas reflexões acerca dos surtos da
doença do beijo, de modo a nos informar sobre ela. De acordo com a autora, a
“mononucleose infecciosa”, mais conhecida como a doença do Beijo, é uma doença
transmitida não só através do beijo, mas também através gotículas de saliva
soltas em uma conversa, espirros, tosse e até mesmo de selinhos.
Essa doença afeta
o baço, fígado e os gânglios, ela é difícil de ser diagnosticada porque seus
sintomas são parecidos com os sintomas de outras doenças, viroses. É importante
destacar também que não é apenas a mononucleose que se pega através do beijo.
Temos também outras doenças como
Sífilis, Herpes, Cárie, etc.
De acordo com
Cláudia Mendes a “mononucleose” se pega uma vez na vida e pode-se dizer que o
melhor modo de preveni-la é evitar beijar muitas pessoas. Assim, a quem a contraiu, é necessário que
fique em repouso para que não agrave seu estado, pois a partir dessa infecção,
outras doenças podem aparecer.
Nome: Maria Antonielly
Série: 3° B
Hoje em dia é
muito comum as pessoas saírem para balada e “beijar, beijar, beijar”, sem
conhecer a outra pessoa. Isso é conhecido, atualmente, como “ficar”.
Ficar é bom, todos
gostam, mas é muito perigoso porque as pessoas não sabem dos cuidados pessoais
de cada pessoa. “Aquele moreno alto, bonito e sensual que deixa as mulheres nas
nuvens, pode muito bem estar contaminado e não se sabe”. É em torno dessa
temática que Claudia Mendes em seu texto “A doença do beijo”, faz algumas
reflexões.
Com isso,
podemos dizer que a maioria das pessoas não possui conhecimentos sobre a
“doença do beijo”, cujo nome científico é “mononucleose”. De acordo com a
autora, esse vírus é adquirido através do beijo, ou melhor, através da saliva e
não se trata de uma simples virose. Pessoas que estão sujeitas ao vírus são
aquelas que beijam várias pessoas em uma noite apenas, bem como os
adolescentes. É importante ressaltar que a mononucleose, doença do beijo, só da
uma vez.
Para
diagnosticar, basta fazer um exame, porém seus sintomas podem facilmente ser
confundidos com os de outras doenças, devido à semelhança e depois ficar em
repouso que tudo passa. O difícil mesmo é ficar sem beijar, para quem gosta
muito disso.
Por isso, é
importante se cuidar e atentar-se ao número de pessoas que vêem beijando nas
baladas e nas festinhas, pois devido a isso o número de pessoas infectadas pela
mononucleose infecciosa está crescendo a cada dia. Dessa forma, para que isso
não aconteça, é importante às pessoas terem conhecimento do que seja e como se
pega essa doença, principalmente os jovens.
Escola
Estadual “Onze de Março”
Nome:Luiza
Sabrina F. Santiago 3º C e Juliana Machado 3º B
A
mononucleose, ou “doença do beijo” trata-se de um vírus que pode ser transmitido através de um beijo, ou até mesmo
por intermédio de gotículas de salivas ao tossir próximo a alguém. Os primeiros
sintomas da doença são febre alta e dor de cabeça, e logo após surgem enjoos,
dores no corpo constando o baço, fígado e os gânglios ficam inchados nas
localidades do pescoço, axilas e virilha. Sendo assim para se tratar da doença
causada pelo vírus conhecido como Epstein barr,o
individuo deve permanecer em repouso e evitar atividades física pelo menos por
15 dias ,prazo este determinado ao ciclo de vida do
vírus.
Portanto,
a respeito da mononucleose consideremos que é uma doença de nível médio devido
a complicação de ser detectada, porem não muito difícil de ser tratada. Cabe
então às pessoas se conscientizarem de como evitar este caos, não se esquecendo
de passar a frente esta informação ao companheiro ou mesmo ao outro. Prevenir
faz bem!
Aluno: Halanson
Série:3º
“B”
Mononucleose
é uma doença que se transmite através da saliva, os primeiros sintomas são:
febre alta e dor na garganta, logo depois surgem dores no corpo. O vírus se
espalha entre homens e mulheres geralmente entre 15 e 25 anos, e pode ser
confundido com uma virosa ou gripe. Então vai uma dica para os “beijoqueiros” –
Cuidado com quem você beija por aí!
BEIJO
(1) Rafael
Oliveira de Faria[1]
Um
beijo. Às vezes, um beijo não parece tão prejudicial. Nem sempre um beijo é
prejudicial. Mas quando um beijo te “pega de jeito”, não adianta apelar para a
violência, ignorância e forças do além. Aí, é simplesmente viver e tentar se
recuperar.
E o
que fazer?
Simplesmente
rever com quem você anda e viver melhor com você mesmo.
Artigo de opinião
(2) Bianca
Faria (3º B)
A
mononucleose infecciosa é uma doença pouco conhecida. Pelo fato de poucos a
conhecerem é difícil de diagnosticá-la
porque a doença se parece muito com os sintomas de uma virose ou resfriado.
Essa
doença é transmitida pela saliva por isso é ruim para quem gosta de dar uns
beijos em baladas e em festinhas.
O
bom de tudo isso é que de uma vez diagnosticada essa doença, ela tem cura. Com
muito repouso a pessoa infectada se livra dela. Porém, o difícil de tudo isso é
as abrirem mão de beijar.
Artigo de opinião
(3)João Olavo Silva de Almeida
(3ºC)
Sabendo
que a doença do beijo é uma doença que pode estar desenvolvida agora em
aproximadamente 30% da população, nós podemos ter uma possibilidade muito
grande de estarmos em contato com ela.
Mas não seja por isso que vamos
sair por aí pedindo exames de sangue para beijarmos, não é verdade?
Até porque é uma doença que assim
como a gripe, não traz risco à vida (Traz sim, ela afeta o sistema
imunológico.), mas pode provocar dores. O que não deve ser legal.
Doença do beijo
(4)
(4)Avelino
Correa (3º B)
Mononucleose infecciosa, doença
transmitida através do beijo, tendo como sintomas: febre, dor de garganta,
enjoos e dores, é conhecida como “doença do beijo”. Ela pode ser transmitida
também por “selinhos”, espirros e tosses, diz o infectologista Paulo Olzan, da Universidade Federal de São
Paulo. E, para o Dr. Olzan os sintomas só aliviam fazendo uso de
anti-inflamatórios e antitérmicos.
É aconselhável ficar em repouso,
segundo os médicos. Eles afirmam também que as pessoas só pegam uma vez na
vida e ela vai embora sozinha sem deixar
sequelas.
Creio que o melhor jeito de cuidar
é conhecendo bem estando sempre atento a mais informações.
A doença do beijo
(5)Renan Lustig (3º C)
Em minha opinião o texto está
tentando dizer que a doença “mononucleose infecciosa” é uma doença transmitida
através do beijo. Os principais sintomas são febre alta e dor de garganta.
Muitas pessoas quando estão com
esses sintomas pensam que é um caso passageiro, uma virose, mas não é. Quando
se é pego pelo vírus “Espstein barr”, é sinal que se anda beijando muito nas baladas e é sinal que se
está infectado pelo vírus. Mas não é difícil tratá-la.
Assim como a gripe, a mononucleose
vem e vai embora sozinha, sem deixar marcas ou sequelas.
A doença do beijo
Lorenilce 3ºB
A
doença do beijo ou a mononucleose infecciosa está mais comum nos dias de hoje,
na faixa etária de 15 a 25 anos, pois pode ser contraída por selinho, beijo,
isto é, pela saliva.
Essa
doença é muito parecida com a gripe, pois seus sintomas são bem parecidos:
dores no corpo, na região do pescoço e os gânglios ficam inchados.
Após
a doença ser detectada, não tem segredo, pois ela vem e vai embora sozinha, sem
deixar sequelas.
Essa
doença é bem mais comum em nós, mulheres. Por isso temos que nos cuidar e
tomarmos mais cuidado com as pessoas que beijamos.
E
se a doença aparecer, é só repousar um pouco que ela vai embora.
A doença do beijo
Francisco (3º B)
Primeiramente,
eu acho que este texto tem o objetivo de abranger todas as idades, não somente
as mulheres entre 15 e 25 anos. Acho que esse texto sensibiliza a todos, porque
até mesmo os de mais idade beijam. Então, não estão imunes à doença.
Esse
texto também se aplica a todos independente da opção sexual da pessoa, não
importa se ela é gay ou lésbica.
Acho também que nem todos os passos
descritos no texto podem ser seguidos, pois isso varia muito de pessoa para
pessoa.
A doença do beijo
George Henrique(3º B)
Bem, acho que o texto não está apenas
direcionado a mulheres, pois homens também beijam.
O texto serve de alerta também a todos para ficarem
alerta com a doença. O texto ainda explica que tem um diagnóstico difícil, pois
parece com outras doenças. Mas ela é uma doença que só se pega uma vez na vida
e tem tratamento.
O texto não devia ser direcionado
apenas a uma certa idade, pois hoje em dia, garotos e garotas de 10 anos já
beijam.
A doença do beijo
Roberta Couto Moraes
Essa
doença foi chamada de “doença do beijo”.
Na minha opinião, foi uma informação muito importante
para os jovens e adultos para ficarem cientes dessa doença.
Os
primeiros sintomas que ela pode causar são febre alta e dor de garganta.
A essa altura já deu para perceber
que não se trata de uma simples virose, como é transmitida exclusivamente pela
saliva, a mononucleose ataca homens e mulheres, a maioria entre 15 até 25 anos,
por isso ficou conhecida como “doença do beijo”.
O
beijo
Por Luana Hurtado de Oliveira
O beijo é uma das atividades mais exercidas entre o
público jovem, mas ele pode ser prejudicial, porque nem sempre você sabe se
alguém que deseja beijar contrai algum tipo de doença. Dessa forma, você corre
o risco de pegar uma doença indesejável como a “doença do beijo”, ou a
mononucleose que é uma doença que não só se transmite através do beijo, como
também através de espirros, tosses e espirros, até uma distância de 1,5 metros.
Os sintomas da mononucleose são parecidos como a de uma virose, ou seja, febre
alta, e dor na garganta. Portanto, para evitar maiores frustrações, o correto
seria conhecer muito bem a pessoa que você beija ou pretende beijar. Caso
contrário, quando você menos esperar, contraiu a “doença do beijo” e pensa que
se trata apenas de uma virose, nesse caso, a solução é procurar um médico para
lhe dar melhores orientações.
Kethellen
Karen de apula Silva
A
doença do beijo, também conhecida como mononucleose é uma doença infecciosa que
atinge jovens com a faixa etária entre 15 e 25 anos. Ela possui vários sintomas
como podemos perceber no texto de Claúdia Mendes, em que ela aponta informações
para ficarmos atentos a doença do beijo ou mononucleose.
Lembrando
que a mononucleose é comum, mas poucas pessoas sabem da sua existência e também
que contraiu o “vírus”.
O
texto de Claúdia Mendes, foi escrito na minha opinião para mulheres, por elas
terem mais curiosidade de informações do que
os homens. No entanto, ambos podem ser contagiados pela doença.
Vale
lembrar que a mononucleose vem e vai embora sozinha sem deixar sequelas ou
marcas, e só é pega uma vez na vida.
Em
relação a esse assunto, a saliva também pode ser causadora de doenças como:
Herpes, Sifilis, Cárie e virose.
Na
minha opinião, as pessoas devem sempre buscar mais informações, isso ajuda
muito em várias partes.
Finalizando,
a autora quis passar informações, e até
alertadno, para conceituarem as sobre a
doença do beijo ( mononucleose).
Karen
Cristiny M. Gonçalves
A
partir do texto a “Doença do beijo” da autora Claúdia Mendes, pode-se perceber
que a mononucleose infecciosa não se trata de uma doença muito conhecida, e na minha
opinião tem que ser divulgada, pelo fato de ser um tema voltado ao público
jovem, pois se relaciona com um ato que está presente no nosso cotidiano.
A
mononucleose é um vírus difícil de ser diagnosticado, pois a doença é
misteriosa, e seus sintomas são parecidos com outras doenças, como a virose.
Este fato dificulta a prevenção.
Não
é só a mononucleose que pode ser transmitida pela saliva, mas também outros
vírus e bactérias como a herpes, a sífilis, cárie e viroses.
A
doença do beijo na adolescência
Por Jéssica Raymundo Santana
A “doença do beijo” ou
mononucleose é transmitida através do contato direto ou indireto com a pessoa
infectada. De forma que, Cláudia Mendes, por meio de se texto “A doença do
beijo”, vem alertar as mulheres sobre os riscos de se beijar muito. Pois, por
mais que não seja uma doença perigosa, a mononucleose apresenta diagnósticos
semelhantes a uma virose comum, dores na garganta, febre alta, entre outros
sintomas. Portanto, fica o alerta as mulheres: Não beije o primeiro cara que te
aparecer pela frente! É mais seguro beijar um amigo que você conhece muito bem
, do que um desconhecido lindo que venha te trazer uma doença indesejável. Fica
o alerta.
Escola Estadual “Onze de Março”
Aluno: Jean Lucas
S. Garcia
Turma: 3º C
Mononucleose infecciosa é uma doença
transmitida através do beijo, por isso
também é conhecida como “doença do beijo” ,o vírus é transmissível ate mesmo
por um simples “selinho”.
Os principais alvos da doença são
homens e mulheres entre 15 e 25 anos,
porém é causada apenas uma
vez em cada ser, característica esta também
de outras doenças como por exemplo a catapora. Os principais sintomas são febre
e dor de garganta.
[1]
Aluno 3º B.
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