sábado, 5 de maio de 2012

Mirassol d'Oeste


"A aprendizagem da produção escrita é uma das finalidades fundamentais do ensino de línguas. A descoberta da escrita e das possibilidades de entrar em comunicação com os outros por escrito faz parte dos objetivos  prioritários do Ensino Fundamental. O saber-escrever, em todas as suas dimensões, se desenvolve progressivamente em todos os níveis da escola obrigatória e é um constituinte do êxito escolar de todos os alunos, sem falar no importante papel que desempenha na sua socialização. Aprender a produzir uma diversidade de textos, respeitando as convenções da língua e da comunicação, é uma condição para a integração na vida social e profissional." (Joaquim Dolz, Roxane Gagnon e Fabrício Decândio, 2010)

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Modelo de prova aplicada aos alunos participantes das atividades.


TEXTO  01- BEIJO
Rafael Oliveira de Faria
            Um beijo. Às vezes, um beijo não parece tão prejudicial. Nem sempre um beijo é prejudicial. Mas quando um beijo te PEGA DE JEITO, não adianta apelar para a violência, ignorância e forças do além. Aí, é simplesmente viver e tentar se recuperar.
            E o que fazer?
            Simplesmente rever com quem você anda e viver melhor com você mesmo(a).
QUESTÃO (1)
No texto, a expressão “PEGA DE JEITO” pode ser associada a todos os sentidos, EXCETO:
(A) ao sentido de baixa imunidade do organismo.
(B) ao sentido do organismo debilitado como ambiente propício ao contágio de doenças transmitidas pela  saliva.
(C) ao sentido de que a boca é canal de entrada de muitas bactérias.
(D) ao sentido de que a saliva facilita o contágio por vírus.
(E) ao sentido de que é uma boa parar de beijar para não se expor ao contágio de moléstias transmitidas pela saliva.

QUESTÃO (2)
No texto, o sentido da frase “Simplesmente rever com quem você anda e viver melhor com você mesmo” pode ser associado ao sentido do seguinte ditado popular:

(A)Melhor chorar de barriga cheia que de barriga vazia.
(B)O cachorro é o melhor amigo do homem.
(C)Diga-me com quem tu andas e eu te direi quem tu és.
(D)Antes só que mal acompanhado.
(E)Mais vale um pássaro na mão que dois voando.

TEXTO  02 - Opinião
Bianca Faria
            A mononucleose infecciosa é uma doença pouco conhecida. Pelo fato de poucos a conhecerem é difícil diagnosticá-la porque a doença se parece muito com os sintomas de uma virose ou resfriado.
            Essa doença é transmitida pela saliva por isso é ruim para quem gosta de dar uns beijos em baladas e em festinhas.
            O bom de tudo isso é que de uma vez diagnosticada essa doença, ela tem cura. Com muito repouso a pessoa infectada se livra dela. Porém, o difícil de tudo isso é abrirem mão de beijar.

QUESTÃO (3)
As frases “por isso é ruim para quem gosta de dar uns beijos em baladas e em festinhas” e “Porém, o difícil de tudo isso é abrirem mão de beijar” no texto, tem o sentido de:
(A) enfatizar a leitura da definição da mononucleose infecciosa como uma doença transmitida pela saliva.
(B) incentivar a leitura sobre a mononucleose infecciosa para os que gostam de beijar muito em baladas e festinhas.
(C) priorizar a leitura sobre a necessidade da prevenção da doença.
(D) valorizar a leitura sobre a dificuldade de diagnosticar a doença.
(E) individualizar a leitura sobre um comportamento social muito comum entre os jovens.
 (E) valorizar a leitura sobre a necessidade de se rever as companhias.

QUESTÃO (4)
No período: “Essa doença é transmitida pela saliva por isso é ruim para quem gosta de dar uns beijos em baladas e em festinhas.”, a palavra “beijos” pode ser substituída por:
(A) amassos
(B) abraços
(C) selinhos
(D) ficar
(E) transar
TEXTO  03- Opinião
João O. S. de Almeida (3ºC)
            Sabendo que a doença do beijo é uma doença que pode estar desenvolvida agora em aproximadamente 30% da população, nós temos uma possibilidade muito grande de estarmos em contato com ela.
Mas não seja por isso que vamos sair por aí pedindo exames de sangue para beijarmos, não é verdade?
Até porque é uma doença que assim como a gripe, não traz risco à vida, mas pode provocar dores. O que não deve ser legal.

QUESTÃO (5)
O único sentido que não se pode inferir do texto, é o sentido de que:
(A) há doenças, assim como a do beijo e a gripe, que não matam nem prejudicam nosso organismo, mas provocam dores.
(B) a doença do beijo e a gripe são transmitidas pelo beijo.
(C) Cerca de 30% da população desenvolve a doença do beijo e da gripe.
 (D) a doença do beijo e a gripe são doenças boas que não matam.
(E) 30% dos jovens desconhecem o significado de mononucleose infecciosa.
TEXTO  04 -  Doença do beijo
Avelino Correa
Mononucleose infecciosa, doença transmitida através do beijo, tendo como sintomas: febre, dor de garganta, enjoos e dores, é conhecida como “doença do beijo”. Ela pode ser transmitida também por “selinhos”, espirros e tosses, diz o infectologista Paulo Olzan, da Universidade Federal de São Paulo. E, para o Dr. Olzan, os sintomas só aliviam fazendo uso de anti-inflamatórios e antitérmicos.
É aconselhável ficar em repouso, segundo os médicos. Eles afirmam também que as pessoas só pegam uma vez na vida e ela vai embora sozinha sem deixar sequelas.
Creio que o melhor jeito de cuidar é conhecendo bem estando sempre atento a mais informações.
QUESTÃO (6)
- O tema do texto é:
(A) o diagnóstico da mononucleose infecciosa.
(B) o tratamento da doença.
(C) a necessidade de repouso face ao contágio.
(D) a transmissão da doença.
(E) a prevenção da doença.

QUESTÃO (7)
A frase do texto que infere o sentido do que o autor considera que seja a melhor forma para se prevenir:
(A) É aconselhável ficar em repouso.
(B)... Conhecendo bem, estando sempre atento a mais informações.
(C)... As pessoas só pegam uma vez na vida.
(D)... Ela vai embora sozinha sem deixar sequelas.
(E)... Fazendo uso de anti-inflamatórios e antitérmicos.
TEXTO  05- Gânglios linfáticos cervicais
A mononucleose infecciosa é uma doença caracterizada por febre, dor de garganta e tumefacção dos gânglios linfáticos, causada pelo vírus de Epstein-Barr, um herpes vírus.
http://www.manualmerck.net/images/thumbnail/p_950.gif
Indivíduo com gânglios linfáticos cervicais aumentados de volume.
QUESTÃO (8)
-Assinale a alternativa que expresse o reconhecimento de funcionamento da linguagem verbal e não-verbal no texto:
(A) reforça a ideia da definição da enfermidade.
(B) dá ênfase ao título do texto.
(C) reforça o sentido da doença e da localização dos gânglios linfáticos.
(D) reforça a relação de sentido entre o título, o texto e a ilustração.
(E) A linguagem verbal foi usada no texto para informar a localização dos gânglios linfáticos.

TEXTO 06 – Baço

Por Manuel Schutze -(Estudante de Medicina da UFMG)

Provavelmente você já ouviu falar no baço. Talvez até algum colega ou parente teve que retirar esse órgão por causa de algum problema. Aí você se perguntou: mas o que é esse baço e será que não tem nenhum problema retirá-lo?
Bem, pra começar, o baço é um órgão localizado do lado superior esquerdo do abdômen (figuras abaixo). Ele está em contato direto com o estômago, diafragma, intestino e o rim esquerdo. Suas funções mais conhecidas são a formação de linfócitos (células de defesa do organismo), destruição de hemácias velhas(também conhecidas como glóbulos vermelhos), defesa do corpo contra invasores (como bactérias causadoras de doenças) e o armazenamento de sangue.
baçobaço
QUESTÃO (9) -  O texto utiliza linguagem verbal e linguagem não-verbal. Os desenhos no texto de  Manuel Schultze reforçam:
(A) A definição da palavra baço.
(B) A função do baço no organismo humano.
(C) A localização do baço no corpo humano.
(D)  A importância do baço na defesa do organismo.
(E) A importância do baço para o armazenamento de sangue.


QUESTÃO 10 - O objetivo deste texto que usa as linguagens verbal e não verbal é:
(A) comentar
(B) solicitar
(C) convencer
(D) advertir
(E) explicar

"Semana da saúde, no CEOM"

Na "Semana da saúde na escola", os alunos dos 3ºs anos do Ensino Médio Inovador, da Escola Estadual "Onze de Março", mais conhecida como "CEOM"-Colégio "Onze de Março", leram, interpretaram, discutiram, fizeram análise linguística e produziram muitos textos sobre a mononucleose infecciosa, a "doença do beijo". Sob a orientação da professora de Estágio Supervisionado II, da área de Língua Portuguesa da Unemat, com a supervisão da professora regente das classes, 04 acadêmicos estagiários do curso de Letras conduziram as aulas que tiveram o formato de ateliês de leitura e oficinas pedagógicas de leitura, compreensão,    interpretação, análise linguística e produção de texto.
A escolha da temática sobre a "doença do beijo" para se discutir  "saúde na escola" considerou a faixa etária dos alunos que participariam das aulas e um comportamento social bastante peculiar desses grupos: "beijar muuuuuito".


A mononucleose
Rayani Andressa
            Cláudia Mendes, autora do texto “A doença do beijo” tem como público alvo as mulheres, talvez pelo fato de que elas são mais atentas ao seu corpo, o que não significa que os homens não se interessam em saber os tipos de doenças que corremos o risco de contrair com um simples ato de beijar.
            A “doença do beijo” (mononucleose) é uma doença silenciosa que atinge homens e mulheres. A primeira impressão que se tem quando se fala em doença do beijo, é de que ela atinge, principalmente, os jovens, as baladeiras, aqueles que adoram “ficar”. Esta impressão não é errada, pois, quem beija muitas bocas está sujeito a ser pego pela mononucleose ou doença do beijo. Mas não é somente os beijoqueiros que estão propícios a serem contaminados, já que a mononucleose pode ser transmitida através de respingos de saliva ao conversar, espirrar ou tossir.
            Enfim, a doença do beijo está à solta. Contudo, cabe a cada um se prevenir da maneira que lhe for possível.


 Gustavo Wesley
Turma: 3° B


A partir da leitura do texto “A doença do beijo”, de Claudia Mendes,  pretende-se aqui fazer algumas reflexões levantadas pela autora. De acordo com ela a doença do beijo, conhecida cientificamente como mononucleose infecciosa, não se trata de uma virose simples, seus sintomas são gradativos como dor de garganta e febre, e logo em seguida, dor no corpo, enjoos, entre outros.
Pode ser transmitida através de um simples beijo, ou gotículas de saliva, passada para outro indivíduo próximo. Diagnosticá-la é difícil, pois seus sintomas são parecidos com o de outras doenças. Assim, ao ser detectada é preciso repouso absoluto. Como todo vírus em geral, é preciso atenção para constar o vírus e logo tratá-lo.
Devemos preveni-la pelo simples modo de estarmos bem com a nossa saúde. Como é adquirida pela boca é ilusão pensar que produtos bucais nos tornam livres da doença do beijo. Pelo contrário, esses produtos apenas higienizam a nossa boca. Assim, para prevenir o jeito é evitar beijar muito.
Por fim, posso dizer que este texto da Claudia Mendes despertou-nos a atenção a essa doença que pode nos prejudicar, se não for tratada e tomar os devidos cuidados para não sermos infectados.

  
Nome: Diane Rosa de Paula
Turma: 3° B

A doença do Beijo


No texto “A doença do beijo”, Cláudia Mendes faz algumas reflexões acerca dos surtos da doença do beijo, de modo a nos informar sobre ela. De acordo com a autora, a “mononucleose infecciosa”, mais conhecida como a doença do Beijo, é uma doença transmitida não só através do beijo, mas também através gotículas de saliva soltas em uma conversa, espirros, tosse e até mesmo de selinhos.
Essa doença afeta o baço, fígado e os gânglios, ela é difícil de ser diagnosticada porque seus sintomas são parecidos com os sintomas de outras doenças, viroses. É importante destacar também que não é apenas a mononucleose que se pega através do beijo. Temos também outras doenças como  Sífilis, Herpes, Cárie, etc.
De acordo com Cláudia Mendes a “mononucleose” se pega uma vez na vida e pode-se dizer que o melhor modo de preveni-la é evitar beijar muitas pessoas.  Assim, a quem a contraiu, é necessário que fique em repouso para que não agrave seu estado, pois a partir dessa infecção, outras doenças podem aparecer. 


Nome: Maria Antonielly
Série: 3° B

Hoje em dia é muito comum as pessoas saírem para balada e “beijar, beijar, beijar”, sem conhecer a outra pessoa. Isso é conhecido, atualmente, como “ficar”.
Ficar é bom, todos gostam, mas é muito perigoso porque as pessoas não sabem dos cuidados pessoais de cada pessoa. “Aquele moreno alto, bonito e sensual que deixa as mulheres nas nuvens, pode muito bem estar contaminado e não se sabe”. É em torno dessa temática que Claudia Mendes em seu texto “A doença do beijo”, faz algumas reflexões.
Com isso, podemos dizer que a maioria das pessoas não possui conhecimentos sobre a “doença do beijo”, cujo nome científico é “mononucleose”. De acordo com a autora, esse vírus é adquirido através do beijo, ou melhor, através da saliva e não se trata de uma simples virose. Pessoas que estão sujeitas ao vírus são aquelas que beijam várias pessoas em uma noite apenas, bem como os adolescentes. É importante ressaltar que a mononucleose, doença do beijo, só da uma vez.
Para diagnosticar, basta fazer um exame, porém seus sintomas podem facilmente ser confundidos com os de outras doenças, devido à semelhança e depois ficar em repouso que tudo passa. O difícil mesmo é ficar sem beijar, para quem gosta muito disso.
Por isso, é importante se cuidar e atentar-se ao número de pessoas que vêem beijando nas baladas e nas festinhas, pois devido a isso o número de pessoas infectadas pela mononucleose infecciosa está crescendo a cada dia. Dessa forma, para que isso não aconteça, é importante às pessoas terem conhecimento do que seja e como se pega essa doença, principalmente os jovens.  

Escola Estadual “Onze de Março”
Nome:Luiza Sabrina F. Santiago 3º C  e  Juliana Machado 3º B

A mononucleose, ou “doença do beijo” trata-se de um vírus que pode ser  transmitido através de um beijo, ou até mesmo por intermédio de gotículas de salivas ao tossir próximo a alguém. Os primeiros sintomas da doença são febre alta e dor de cabeça, e logo após surgem enjoos, dores no corpo constando o baço, fígado e os gânglios ficam inchados nas localidades do pescoço, axilas e virilha. Sendo assim para se tratar da doença causada pelo vírus conhecido como Epstein barr,o individuo deve permanecer em repouso e evitar atividades física pelo menos por 15 dias ,prazo este determinado ao ciclo de vida do vírus.
Portanto, a respeito da mononucleose consideremos que é uma doença de nível médio devido a complicação de ser detectada, porem não muito difícil de ser tratada. Cabe então às pessoas se conscientizarem de como evitar este caos, não se esquecendo de passar a frente esta informação ao companheiro ou mesmo ao outro. Prevenir faz bem!

Aluno: Halanson
Série:3º “B”




Mononucleose é uma doença que se transmite através da saliva, os primeiros sintomas são: febre alta e dor na garganta, logo depois surgem dores no corpo. O vírus se espalha entre homens e mulheres geralmente entre 15 e 25 anos, e pode ser confundido com uma virosa ou gripe. Então vai uma dica para os “beijoqueiros” – Cuidado com quem você beija por aí!

BEIJO
(1)     Rafael Oliveira de Faria[1]
            Um beijo. Às vezes, um beijo não parece tão prejudicial. Nem sempre um beijo é prejudicial. Mas quando um beijo te “pega de jeito”, não adianta apelar para a violência, ignorância e forças do além. Aí, é simplesmente viver e tentar se recuperar.
            E o que fazer?
            Simplesmente rever com quem você anda e viver melhor com você mesmo.

Artigo de opinião
(2)     Bianca Faria (3º B)
            A mononucleose infecciosa é uma doença pouco conhecida. Pelo fato de poucos a conhecerem é difícil  de diagnosticá-la porque a doença se parece muito com os sintomas de uma virose ou resfriado.
            Essa doença é transmitida pela saliva por isso é ruim para quem gosta de dar uns beijos em baladas e em festinhas.
            O bom de tudo isso é que de uma vez diagnosticada essa doença, ela tem cura. Com muito repouso a pessoa infectada se livra dela. Porém, o difícil de tudo isso é as abrirem mão de beijar.

Artigo de opinião
(3)João Olavo Silva de Almeida (3ºC)
            Sabendo que a doença do beijo é uma doença que pode estar desenvolvida agora em aproximadamente 30% da população, nós podemos ter uma possibilidade muito grande de estarmos em contato com ela.
Mas não seja por isso que vamos sair por aí pedindo exames de sangue para beijarmos, não é verdade?
Até porque é uma doença que assim como a gripe, não traz risco à vida (Traz sim, ela afeta o sistema imunológico.), mas pode provocar dores. O que não deve ser legal.




Doença do beijo (4)
(4)Avelino Correa (3º B)
Mononucleose infecciosa, doença transmitida através do beijo, tendo como sintomas: febre, dor de garganta, enjoos e dores, é conhecida como “doença do beijo”. Ela pode ser transmitida também por “selinhos”, espirros e tosses, diz o infectologista  Paulo Olzan, da Universidade Federal de São Paulo. E, para o Dr. Olzan os sintomas só aliviam fazendo uso de anti-inflamatórios e antitérmicos.
É aconselhável ficar em repouso, segundo os médicos. Eles afirmam também que as pessoas só pegam uma vez na vida  e ela vai embora sozinha sem deixar sequelas.
Creio que o melhor jeito de cuidar é conhecendo bem estando sempre atento a mais informações.

A doença do beijo
(5)Renan Lustig (3º C)
            Em minha opinião o texto está tentando dizer que a doença “mononucleose infecciosa” é uma doença transmitida através do beijo. Os principais sintomas são febre alta e dor de garganta.
            Muitas pessoas quando estão com esses sintomas pensam que é um caso passageiro, uma virose, mas não é. Quando se é pego pelo vírus “Espstein barr”, é sinal que se anda  beijando muito nas baladas e é sinal que se está infectado pelo vírus. Mas não é difícil tratá-la.
            Assim como a gripe, a mononucleose vem e vai embora sozinha, sem deixar marcas ou sequelas.

A doença do beijo
Lorenilce 3ºB
            A doença do beijo ou a mononucleose infecciosa está mais comum nos dias de hoje, na faixa etária de 15 a 25 anos, pois pode ser contraída por selinho, beijo, isto é, pela saliva.
            Essa doença é muito parecida com a gripe, pois seus sintomas são bem parecidos: dores no corpo, na região do pescoço e os gânglios ficam inchados.
            Após a doença ser detectada, não tem segredo, pois ela vem e vai embora sozinha, sem deixar sequelas.
            Essa doença é bem mais comum em nós, mulheres. Por isso temos que nos cuidar e tomarmos mais cuidado com as pessoas que beijamos.
            E se a doença aparecer, é só repousar um pouco que ela vai embora.


A doença do beijo
Francisco (3º B)

            Primeiramente, eu acho que este texto tem o objetivo de abranger todas as idades, não somente as mulheres entre 15 e 25 anos. Acho que esse texto sensibiliza a todos, porque até mesmo os de mais idade beijam. Então, não estão imunes à doença.
            Esse texto também se aplica a todos independente da opção sexual da pessoa, não importa se ela é gay ou lésbica.
Acho também que nem todos os passos descritos no texto podem ser seguidos, pois isso varia muito de pessoa para pessoa.

A doença do beijo
George Henrique(3º B)
            Bem, acho que o texto não está apenas direcionado a mulheres, pois homens também beijam.
O texto serve de alerta também a todos para ficarem alerta com a doença. O texto ainda explica que tem um diagnóstico difícil, pois parece com outras doenças. Mas ela é uma doença que só se pega uma vez na vida e tem tratamento.
            O texto não devia ser direcionado apenas a uma certa idade, pois hoje em dia, garotos e garotas de 10 anos já beijam.


A doença do beijo
Roberta Couto Moraes

            Essa doença foi chamada de “doença do beijo”.
Na minha opinião, foi uma informação muito importante para os jovens e adultos para ficarem cientes dessa doença.
            Os primeiros sintomas que ela pode causar são febre alta e dor de garganta.
            A essa altura já deu para perceber que não se trata de uma simples virose, como é transmitida exclusivamente pela saliva, a mononucleose ataca homens e mulheres, a maioria entre 15 até 25 anos, por isso ficou conhecida como “doença do beijo”.

O beijo
Por Luana Hurtado de Oliveira
            O beijo é uma das atividades mais exercidas entre o público jovem, mas ele pode ser prejudicial, porque nem sempre você sabe se alguém que deseja beijar contrai algum tipo de doença. Dessa forma, você corre o risco de pegar uma doença indesejável como a “doença do beijo”, ou a mononucleose que é uma doença que não só se transmite através do beijo, como também através de espirros, tosses e espirros, até uma distância de 1,5 metros. Os sintomas da mononucleose são parecidos como a de uma virose, ou seja, febre alta, e dor na garganta. Portanto, para evitar maiores frustrações, o correto seria conhecer muito bem a pessoa que você beija ou pretende beijar. Caso contrário, quando você menos esperar, contraiu a “doença do beijo” e pensa que se trata apenas de uma virose, nesse caso, a solução é procurar um médico para lhe dar melhores orientações.

Kethellen Karen de apula Silva
A doença do beijo, também conhecida como mononucleose é uma doença infecciosa que atinge jovens com a faixa etária entre 15 e 25 anos. Ela possui vários sintomas como podemos perceber no texto de Claúdia Mendes, em que ela aponta informações para ficarmos atentos a doença do beijo ou mononucleose.
Lembrando que a mononucleose é comum, mas poucas pessoas sabem da sua existência e também que contraiu o “vírus”.
O texto de Claúdia Mendes, foi escrito na minha opinião para mulheres, por elas terem mais curiosidade de informações do que  os homens. No entanto, ambos podem ser contagiados pela doença.
Vale lembrar que a mononucleose vem e vai embora sozinha sem deixar sequelas ou marcas, e só é pega uma vez na vida.
Em relação a esse assunto, a saliva também pode ser causadora de doenças como: Herpes, Sifilis, Cárie e virose.
Na minha opinião, as pessoas devem sempre buscar mais informações, isso ajuda muito em várias partes.
Finalizando, a  autora quis passar informações, e até alertadno, para conceituarem as  sobre a doença do beijo ( mononucleose).


Karen Cristiny M. Gonçalves
A partir do texto a “Doença do beijo” da autora Claúdia Mendes, pode-se perceber que a mononucleose infecciosa não se trata de uma doença muito conhecida, e na minha opinião tem que ser divulgada, pelo fato de ser um tema voltado ao público jovem, pois se relaciona com um ato que está presente no nosso cotidiano.
A mononucleose é um vírus difícil de ser diagnosticado, pois a doença é misteriosa, e seus sintomas são parecidos com outras doenças, como a virose. Este fato dificulta a prevenção.
Não é só a mononucleose que pode ser transmitida pela saliva, mas também outros vírus e bactérias como a herpes, a sífilis, cárie e viroses.



A doença do beijo na adolescência
Por Jéssica Raymundo Santana
A “doença do beijo” ou mononucleose é transmitida através do contato direto ou indireto com a pessoa infectada. De forma que, Cláudia Mendes, por meio de se texto “A doença do beijo”, vem alertar as mulheres sobre os riscos de se beijar muito. Pois, por mais que não seja uma doença perigosa, a mononucleose apresenta diagnósticos semelhantes a uma virose comum, dores na garganta, febre alta, entre outros sintomas. Portanto, fica o alerta as mulheres: Não beije o primeiro cara que te aparecer pela frente! É mais seguro beijar um amigo que você conhece muito bem , do que um desconhecido lindo que venha te trazer uma doença indesejável. Fica o alerta.

Escola Estadual “Onze de Março”
Aluno: Jean  Lucas  S. Garcia
Turma: 3º C

Mononucleose infecciosa é uma doença transmitida através do beijo, por  isso também é conhecida como “doença do beijo” ,o vírus é transmissível ate mesmo por um simples “selinho”.
                Os principais alvos da doença são homens e mulheres entre 15 e 25 anos,  porém  é causada apenas uma vez  em cada ser, característica esta também de outras doenças como por exemplo a catapora. Os principais sintomas são febre e dor de garganta.




[1] Aluno 3º B.